Esta semana vi pela segunda vez o filme "Amor sem escalas", o que me inspirou a tudo o que irá suceder.sábado, 17 de julho de 2010
A felicidade quase nunca vence....
Esta semana vi pela segunda vez o filme "Amor sem escalas", o que me inspirou a tudo o que irá suceder.terça-feira, 4 de maio de 2010
Inocência bandida ou inocência roubada.
Cada vez que penso neste filme me sobe um frio na barriga, além das atuações brilhantes dos protagonistas mirins ele também trás uma diferença que me chamou a atenção, ele é diferente de outros filmes nazistas, ele acontece na forma isolada de mostrar uma família alemã no período nazista, e não o quanto uma família judia sofria, o que normalmente vemos em outros filmes, nada de guerra ou mortes expostas, mas a guerra interna que esta família estava sofrendo depois que descobriam o que o pai fazia realmente. Na verdade acontecia uma guerra, mas ela era interna, dentro da própria casa. Mas este fato não foi o que mais me comoveu. Como ex professora de crianças tenho noção da inocência que as cerca, e acho que você também, apesar de concordar também que hoje em dia as coisas já não são mais como antigamente e que boa parte desta inocência foi corrompida, mas o filme não foi filmado como atual mesmo. Para explicar melhor o que mais me comoveu neste filme irei contar um fato verídico.Certa vez vi numa escola uma menina com Síndrome de Down indo fazer sua matrícula, todas as crianças a aceitaram muito bem, não conseguiam ver nenhum problema nela, na verdade até a ajudavam, mas com o passar do tempo a professora começou a notar algo de diferente nas crianças, elas estavam se distanciando da menina, quando pôde analisar melhor a situação percebeu que os pais não estavam permitindo o contato entre as crianças com insegurança de que seus filhos obtivessem um retardamento no aprendizado.
É inexplicável a forma como os adultos podem corromper uma criança. São eles que tiram toda a pureza, delicadeza e riqueza que só o coração de uma criança pode apresentar. Não estou buscando escrever nenhum clichê aqui, mas somos nós, os adultos que geramos as pessoas egoístas e maldosas do futuro.
Bruno não sabia verdadeiramente o que se passava naquele campo de concentração, estava fantasiado de coisas falsamente ditas sobre o lugar, mas por que mentiam para ele? Porque sabiam que estavam errados. E mesmo quando tentaram explicar para Bruno quem eram os judeus no ponto de vista alemão, ele ainda não conseguia compreender porque já havia enxergado a verdade através de Schmuel, seu amiguinho judeu. Bruno não foi corrompido e a omissão lhe trouxe conseqüências. Então fiquei pensando naquela velha situação “se correr o bicho pega e se ficar o bicho come”. É isso o que nos reserva o futuro? Uma “ infância medida por sons, aromas e visões antes que o tempo obscuro da razão se expanda”.? (parafraseando “O menino do pijama listado)
Para não perder o hábito de dizer uma de minhas frases preferidas......”e assim caminha a humanidade.”
domingo, 2 de maio de 2010
Meu coração ainda está por aqui???

Boa noite meus queridos!
São exatamente 1h53 da matina, o que seria normal eu estar acordada uma vez que sofro da doce e terrível insônia, mas o fato é que estou louca para dormir porque hoje o dia foi intenso mas não sei se tenho coragem de apagar a luz.
Por que???
Pelo simples ato de assistir um filme.
Recentemente escrevi em um de meus textos sobre filmes de terror e o quanto estou a procura de um filme muito bom e que me coloque medo realmente, ou me cause algum tipo de reação diferenciada, que me faça superar no quesito "aceleramento de coração".
"Atividade paranormal" ainda não foi o filme da vez, no entanto continuo na procura, mas devo dizer que o medo de dormir está me dominando. Pegar uma câmera e realizar um filme "amador" de terror como história real não é a idéia mais original do mundo, mas este com certeza me deixou à flor da pele, muito mais que Bruxa de Blair, pelo menos não me lembro nem de ter obtido alguma reação, mas uma gravação "primitiva" para o mundo hollywoodiano, nenhuma trilha sonora e apenas 2 personagens conseguiram em sua simplicidade a deixa de me deixarem de pêlos eriçados.
Espaços grandes entre os acontecimentos me deixando cansada para ver o filme não conseguiram fazer com que desse o pause e terminasse de ver no outro dia, em cada cena tive praticamente um espasmo, e quanto mais o filme se dirigia ao fim mais crescia a curiosidade de vê-lo como terminaria e o medo, claro.
Já disse que não sou a pessoa mais medrosa do mundo, mas descobri também que a mais corajosa não está no meu genes. Seis pessoas na sala não me fizeram pisar no chão depois e para piorar estou com medo até de ficar debaixo do lençol. Para quem já viu o filme entenderá e para quem não viu dá uma passadinha para entender.
Fala sério! Nada de ter pesadelos por causa destes filmecos já virou passado.
Talvez a infelicidade more dentro de sua casa, ou pior, dentro do seu quarto, no lado de sua cama esbaforando a respiração em sua face enquanto dorme.......
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Será que ele é? Eis a questão...

O filme não é atual, nem o mais brilhante de Kevin Kline, mas convenhamos que foi ótimo. E mais uma vez é claro me remeteu ao que chamo de vida real, com certeza os filmes copiam a vida real e vice versa também, no entanto, o caso aqui é que, já convivi com isto, amigos já sofreram e não suporto quando acontece porque simplesmente alguém resolveu separar as atividades ou ações a níveis femininos e masculinos.
Desde quando se homens ouvirem Barbra Streisand são gays? Ok! Talvez neste caso abriremos uma excessão. Mas e nos outros? Homens arrumados são gays? Que gostam de ser educados são gays? Que são gentis são gays? Que gostam de dançar “decentemente” são gays?
Ações podem até definir uma pessoa, mas certas coisas não dizem nada. Vou dar o meu exemplo. Adoro X-men e Liga da Justiça, amo filmes de mortes e guerras, só comecei a chorar nos filmes depois que me mudei para longe dos meus pais e fiquei irritantemente sensível, vamos dizer que aos 18 ou 19 anos, consigo ficar com um cara sem me apegar e ainda consigo torná-lo meus eterno melhor amigo e ajudá-lo com outras meninas (o que normalmente não faz parte da mulher)) e blá, blá, blá.... Oras bolas! E agora vou dizer.... Sou mulher e gosto de homens. O que isto faz de mim??? Uma pessoa com uma personalidade diferente e nada mais.
Certo! No filme fica a questão se ele é realmente gay, mas independente disso a questão aqui é que as aparências enganam. E hoje em dia engana tanto que quem parece ser um baita homem ou uma baita mulher, não é.
Quem inventou este negócio que se alguém andar arrumado, gostar de dançar estranhamente, ser educado e limpinho for sinônimo de ser gay deve ter vivido a milhões de anos atrás e está na hora de enterrarmos esta idéia. Hoje em dia a única coisa que indica que uma pessoa é gay é quando ela mesma chega e afirma, isto se não saiu do guarda roupa ainda.
E para as que não saíram ainda, por favor, está na hora?? Porque ninguém quer ficar na dúvida perguntando: Será que ele é??? Hehehehe.... Brincadeirinha. Deixe as dúvidas para os preconceituosos mesmo.
Lembrem-se: “As aparências enganam”.... e enganam mesmo.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
"A moda passa. O estilo permanece".
Que levante a mão aquele que gosta de um bom filme que fale sobre superação, ou de uma pessoa que mude algum fato na história, do tipo, se Lútero não tivesse entendido a bíblia ainda estaríamos pagando indulgências para que algum parente saísse do purgatório, ou se Santos Dummont não tivesse inventado o avião ainda faríamos viagens longas e exaustantes, ou se o carinha que inventou o elevador não tivesse inventado como existiriam os edifícios? Ou se Colombo não tivesse descoberto a América não teríamos músicas e filmes maravilhosos, e talvez Richard e Maurice McDonald não tivessem inventado o MC donald’s e consequentemente não haveria lanches ótimos e rápidos ao nosso alcance. Coisas realmente cheias de importância, mas no entanto, talvez uma parte das pessoas, e esta maioria será os homens, não concordarão mas “Coco antes de Channel” fala exatamente sobre um tipo de superação e de uma mudança na história da humanidade.
Primeiro, uma mulher que se supera diante dos quesitos da sociedade de sua época e impõe aquilo que realmente lhe importa, sem se preocupar com que os outros irão pensar, gosto de chamar de verdadeira personalidade, e depois temos a transformação no mundo da moda. Ok. Você deve estar pensando que ela não é nenhuma Joana Dar’C ou Anita Garibaldi, e como devo ser fútil estar postando isto, mas ela modificou o mundo da moda. Aleluia! Santa Coco. Foi mal, mas é a minha opinião.
Uma filmografia digna de filme francês. Nada cansativo devido aos quisitos romance, tragédia e superação, coisas de vida real, além da pitada de humor, isso já é digno da protagonista com sua personalidade inabalável e conseqüentemente irônica.
Devido a tantos elogios fiquei pensando se queria ser como ela, mas Audrey Hepburn vem fundo a minha mente com o glorioso “Bonequinha de luxo”, talvez inteligência e personalidade de Coco e elegância e charme de Audrey, ponto final e mistura perfeita formando a mulher ideal.
Enquanto não consigo ser nem uma e nem outra, vou ter que me contentar comigo mesmo, beleza razoável, pelo menos minha família elogia, inteligência mediana, um humor gostoso, mas às vezes negro, personalidade a declarar, estilo as vezes duvidoso, nunca salvei ninguém e nem mudei nada, mas a vida é assim, tenho muito pela frente e muito o que aprender, enquanto não consigo saber definitivamente quem sou vou observando e tentando absorver o que há de melhor em cada um para formar o meu caráter, seja em Coco, Audrey, minha mãe, minha amiga ou em você.
Quem tem medo do lobo mau???

Estou a dias querendo escrever sobre isto, enfim chegou o momento. Ainda morando em Porto Alegre resolvi ver o filme “Lobisomen” após ouvir uma crítica sobre o filme ser super violento, e claro, colocaram o thrailler para dar aquele gostinho na boca. Então pensei comigo mesmo: Bom! Se o filme é violento devo chamar alguém para ir comigo. Mais uma vez estava eu, no cinema, sozinha. Já havia se tornado rotina.
Chegando no caixa para pegar os ingressos, aconteceu algo inédito, fantástico, que nunca havia acontecido comigo antes.
Pediram minha identidade...
Verifique o que aconteceu no diálogo abaixo entre mim e a funcionária do cinema:
- Preciso de sua identidade. O filme é para maiores de 18 anos. -Pediu ela.
- Oh! Muito obrigada por achar que tenho menos de 18 anos. – Respondi com um sorriso no rosto demonstrando sarcasmo e achando que ela havia brincado também.
Por isso continuamos paradas uma olhando para a outra, quando perguntei:
- Você falou sério? Quer mesmo minha identidade?
- Sim!
Então pensei: Uaaaau! Acho que finalmente encontrarei um filme de terror de verdade.
E para finalizar ela perguntou:
- Cadeiras do meio? Não vai dar medo de ver tudo aquilo em extensão?! E ainda vai ver sozinha?!
Devo admitir que naquele momento quase exitei e tive vontade de ir embora, mas respirei fundo e fui. Acreditem! Não estou exagerando.
Quando sentei estava um poço de ansiedade e me lembrei de uma conversa que tive com uma guria uma vez sobre filmes de terror no twitter. Falávamos sobre como eu nunca fui impressionada com um filme de terror de verdade, então achei que aquele seria meu momento.
......
Filme terminado.
Decepção retomada.
Tanto alarde para nada! Pediram minha identidade! Minha sobrinha de 3 anos poderia ver aquele filme e acho até que perguntaria sobre o cachorrinho mordendo as pessoas.
Preciso de uma salvação, foi o que decidi naquele momento. Adoro filmes (novidade) e na maioria das vezes deixo os de terror ou suspense de lado porque nunca me impressionam, mas agora é uma questão de honra, vou começar a ver todos os filmes deste gênero possível e minha busca só acabará quando eu puder dar nota 10 a um deles. Não que estes filmes tragam algo de bom do tipo uma ótima lição de moral, mas já que existem, deveriam fazer o que há de melhor que é entreter e nem isto eles estão fazendo ultimamente.
Voltando a busca...
Ela começou aqui, em Santa Isabel, nesta semana. Aluguei “Arraste-me para o inferno”, indicação do meu irmão que normalmente nunca erra, e mesmo dizendo que ele- o filme é um trash e é para ser daquele jeito não me convenceu, foi nojento, sátiro e babaca. Minha vontade era de dar um tiro na cabeça quando terminei de vê-lo.
Depois olhei a “A Sétima vítima”, sem comentários até porque filmes deste gênero só vendo o final para declarar o veredito e acho que meu veredito é.....não tenho nenhum bom no momento.
Acho que não tenho mais nada a declarar, apenas pedir um socorro caso alguém conheça um filme de terror bom e me indique.
E por favor, nada de não conseguir dormir depois de ver estes filmes por medo dos bichinhos visto neles, no máximo tenha pesadelos por causa de roteiros ruins.
Boa noite! E bons sonhos!
terça-feira, 13 de abril de 2010
Você tem fome de quê???
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 10!
Se sua resposta foi filme.... ACERTOU!!!
Julie and Julia é o filme da vez, e pode crer, é uma inspiração. Mas antes de começar e pra não perder o hábito de escrever textos relativamente grandes devo dizer que hoje após assistir este filme percebi que minha singela vida está voltando ao normal após meu retorno a São Paulo, ou mais precisamente Santa Isabel. Até então estava perdida em meu hábitat natural porque havia me afastado dele por 7 anos, mas hoje as portas da esperança finalmente se abriram para mim, e olha que já vai fazer 14 dias que estou aqui, mas isto queridos amigos será numa outra história, provavelmente quando assistir a um filme que me fará lembrar destes quase tenebrosos dias, era só para ficarem um pouco a par de alguma coisa mesmo, e como o dia finamente ficou bom nada como assistir um filme magnífico para fechar tudo isto com chave de ouro.
Meryl Streep, 3 palavras para esta mulher: Oh my God! O ano está no seu terceiro mês e ela já me surpreendeu 3 vezes, isto seria um filme para cada mês??? Claro! “O diabo veste Prada”, sei que não é deste ano mas cada vez que assisto penso: Oh my God! E se alguém tiver algo de ruim a declarar sobre este filme por favor, não diga neste blog. “Simplesmente complicado”, fui ao cinema passear com um amigo, o Adri, e não sabíamos o que ver, palpitamos no escuro e com certeza tudo ficou mais claro. Oh my God foi o que dissemos nos final. E agora este “Julie and Julia”, o único fato que lamento é que convidei minha mãe para ver e ela recusou, perdeu metade da vida, até porque ela AMA cozinhar, o que por sinal é quase algo genético na família, no entanto devo dizer que não nasci com este genes.
Também devo dizer que me considero uma incrível mulher do século XXI, não luto por diretos iguais na guerra dos sexos porque sei que a maior parte deles já foi conquistado e o que ainda não foi alguém irá conquistar, logo o que me resta é aproveitá-los respeitosamente em consideração as pessoas que lutaram. (Minha santa mãe como eu falo). Bom....voltando ao assunto. Sou uma incrível mulher do século XXI porque amo trabalhar, amo sair com os amigos e amo chegar em casa e poder assistir um filme sem ninguém para incomodar, não gosto de animais, gosto de crianças, mas não muito tempo por perto, amo homens, mas não muito tempo por perto e devo dizer que odeio cuidar da casa obrigatoriamente e.....cozinhar! Incrível mulher do século XXI. Hã??? Claro, não estou desconsiderando as mulheres que gostam das coisas que eu não gosto e vice versa, acho que me entenderam. Vocês sabem como eu amo as diferenças. No entanto eu disse tudo isto para que vocês entendam o que este filme fez comigo.
Simplesmente queria sair e comprar um livro de receitas e começar a cozinhar imediatamente, isto provavelmente na primeira hora do filme, depois fui voltando ao normal porque fui pensando na bagunça da cozinha, no trabalho e tudo o mais.... mas, mesmo assim. Naquelas pausas para ir ao banheiro eu cantava músicas de natal. O que isto quer dizer??? O filme realmente é um doce, o típico filme que faz você querer mudar a sua vida. Eu quase quis cozinhar! E que minha mãe não leia isto para que fique esperançosa.
Ok! Posso não ter mudado minha vida cozinhando, mas com certeza voltei a escrever no meu blog, e se você viu o filme ou ver entenderá porquê.
É tão interessante perceber como pessoas influenciam as outras, pelo menos quando influenciam para o bem. É a velha história sobre o que poderia ter acontecido se você não tivesse nascido.
“O filme agradável do ano” é uma daquelas críticas citadas na capinha do DVD, e acho que é mesmo, o único adjetivo que pode ser usado para descrever é agradável.
Um dos pontos do filme é você ter coragem de terminar o que começou, nem vou entrar neste assunto porque se não dará mais umas duas páginas e falarei só sobre mim, mas digo isto porque se no começo o que era bom, como por exemplo a voz da Meryl (legendada) e na metade começar a te irritar apenas mude para o dublado, que não foi o que eu fiz porque legendado sempre é melhor, mas termine o filme e tenho certeza, que mesmo por alguns minutos sua vida terá sido mais..... mais.... agradável.
Bon àpetite!
