Eu, eu mesma e Pepa Funny

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Alguém tentando escrever o próprio roteiro, buscando fazer dos dramas uma comédia, da ficção algo real e do romance a mais linda história de amor.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

A procura da felicidade.



Um filme simples, Julia no seu estilo comum porém sem perder o brilho, cenários incríveis num filme que particularmente mexeu comigo. Nem estou citando de forma cinematográfica, mas o fator aqui é de compatibilidade.

Quem não se identificar com este filme considero esta pessoa incrivelmente feliz.

Já citei uma vez o que representa felicidade para mim e normalmente o que faz minha felicidade são coisas simples sem qualquer ideologia como: sorrir, dançar loucamente, tomar banho de chuva, comer chocolate e a lista segue em itens tão comuns que você ( http://pepas-funny.blogspot.com/2010/01/o-que-e-felicidade.html ), caro leitor um pouco mais adulto pode considerar o mais puro clichê, mas digo não. No entanto concordo que todos estes fatores não são o suficiente.

Acredito que nunca ninguém estará satisfeito com a tão sonhada felicidade total, mas acho que alguns encontram métodos mais fáceis que outros para chegar no tesouro no final do arco-íris.

O que não é o caso de Elisabeth (Julia Roberts) que não vê sua vida completa após o casamento, que pensava que fosse o caminho. Confusa tentando se encontrar e viver a vida Elisabeth resolve viajar sozinha para três lugares: Itália, Índia e Bali. Este último porque seu guru pediu que se reencontrassem por ali.

Um filme baseado numa história real e num best seller que envolve o questionável e típico desastre da natureza humana. O que preciso para ser feliz?

Acredito consideravelmente que comida, orações e amor com certeza não são o suficiente para ninguém ser feliz, e se você assistir o filme esperando por respostas para a felicidade vai ouvir uma grande buzina bem alta sinalizando o grande erro, pelo simples fato da felicidade não ter resposta, é uma busca que não vai acabar nunca, mas lembre-se das coisas simples, lembre-se que após um casamento virão mais possibilidades de felicidade e infelicidade também, depois da faculdade virão novas obrigações, após subir num cargo mais responsabilidades surgirão e a cada dia após acharmos que descobrimos algo realmente concreto, alguma experiência fará tudo cair por terra, mas lembre que a resposta depende de cada um e do ponto de vista de cada um em como solucionar tudo, ou tornar tudo mais agradável e menos fatídico, como disse o filme é só uma questão de identificação.

Comer, rezar, amar são ferramentas que Elisabeth achou e utilizou, ache a sua também assim como vou tentar achar a minha. E depois de descobrir pare, respire e continue, dizem que a jornada da vida é longa, e particularmente acho encantadora.





sábado, 28 de agosto de 2010

Somos diferentes, mas somos iguais.

Sou o tipo de pessoa que quando está sozinha num ambiente com várias pessoas adora observar as reações delas a cada situação: Se estão tristes ou alegres, fico imaginando o tipo de vida que cada uma leva, de como algumas vidas irão se cruzar ou não e outros pensamentos mil.
Talvez seja por isso que mais uma vez me identifiquei com um filme que retrata isso.
Sim! Mais um....
Ontem estava vendo "Banquete do amor" e me lembrei de "Crash- No limite" ou "Nova York- Eu te amo", três filmes diferentes mas que retratam apenas uma coisa: pessoas são pessoas.
Procurando no dicionário o que quer dizer a palavra pessoa temos as seguintes definições:
"1. Criatura humana; 2- Personagem; 3- Disposição ou figura do corpo; 4- Personalidade, individualidade; 5- Gram. Cada uma das três circunstâncias de relação do sujeito; 6- Jur. Ser moral ou jurídico."
Bom... vou tentar definir em minha interpretação o que tudo isso quer dizer.
Começando pelo óbvio talvez. Cada pessoa é uma pessoa, diferentes em seu modo de pensar, vestir, diferentes culturamente, em suas formas físicas e em suas ações. São criaturas humanas com diferentes personalidades, fazendo histórias criando diferentes tipos de personagens, bancando os bons ou os maus, seguindo as leis ou não.
No entanto, o que mais me chama atenção para tudo isso, é o fato de que, apesar de toda essas diferenças somos todos iguais, porque no fundo todas as pessoas busca a mesma coisa. Todos tentam se encaixar no mundo, encontrar um siginificado para tudo, tentam explicar a razão do existir, alguns procuram no amor (o que por sinal a maioria dos filmes mostram), outras tentam buscar num sucesso profissional, e em outras coisinhas mais, às vezes até acham que encontraram a resposta quando alcançam o que queriam mas sempre descobrem que se enganaram, a vida é longa demais para não haver muitas perguntas.
Então estive observando um bebê pude ver que nele não há nada, ele é uma inércia que está para ser preenchida conforme o tempo vai lhe permitindo crescer. É um carro que não foi utilizado e conforme vai sendo, adquire experiências e também vai ficando desgastado, e também como um carro busca sempre alcançar algum objetivo.
Toda e qualquer pessoa quando começa a preencher essa inércia em pensamentos tentando achar uma razão para viver começa a tomar atitudes, e são essas atitudes que nos tornam apesar de iguais pessoas diferentes, se é que me entende?!
Temos um único foco (buscar respostas e tentar se encaixar), mas são nossas decisões conforme as experiências que vai dando a cada pessoa um tipo de rumo. Os carros possuem rumos diferentes, até chegar lá alguns se perdem mas chegam, outros se perdem e desistem, outros se perdem para sempre e outros alcançam aonde queriam chegar. Nem sei se carro foi a melhor comparação, mas foi o melhor que consegui no momento.
O fato também é que, as pessoas possuem um fim, mas até chegar esse fim a quilometragem é grande, e até chegarmos lá muitas pessoas passarão por nós, seja mãe e pai, amigos, vizinhos, alguém que nunca viu e um dia se viram fazendo tudo mudar, algumas a gente nem vai notar, outras a gente até nota mas depois esquece, haverá outras que estarão sempre perto, outras sempre longe, mas o que quero dizer mesmo é que, de alguma forma, seja ela simples ou não, essas pessoas farão a diferença, cada um que conhecemos muda o rumo de tudo, porque mesmo iguais, buscando as mesmas respostas para tudo, somos diferentes porque cada um leva uma carga que trás uma resposta diferente e uma dessas respostas pode ser a que você procura, ou não. Ainda estou tentando encontrar a minha. Para falar a verdade nunca acharemos a resposta para tudo, mas num mundo que habita bilhões de pessoas o minímo que conseguiremos é achar alguma porcentagem de respostas para essas perguntas.

Pessoas são pessoas e vale a pena conhecê-las, a adição normalmente é melhor do que a subtração.

sábado, 17 de julho de 2010

A felicidade quase nunca vence....

Esta semana vi pela segunda vez o filme "Amor sem escalas", o que me inspirou a tudo o que irá suceder.
Que incrível e diferente minha inspiração vir de um filme!!! Claro que fui irônica, mas também não vim aqui para falar sobre isso, após 2 meses sem escrever o mínimo que poderia fazer é falar sobre algo possivelmente decente. Então.... vamos lá!!!

O personagem de George Clooney (Ryan Bingham) faz palestras em empresas sobre o que as pessoas deveriam ou não carregar em suas bagagens da vida, e que as pessoas devem esvaziar suas mochilas constantemente, tudo aquilo que nos cerca ele cita, sendo bens materiais ou não, devem ser colocados para fora da mochila. O filme nos trás um foco pelo ponto de vista do Ryan, mais ou menos citado acima (se você viu ou não o filme não se preocupe, irá entender o tópico, mas recomendaria ve-lo porque é muito bom), no entanto o que vim dizer hoje é o que pensei enquanto ouvia a tal "palestra". Já percebeu que as pessas realmente NUNCA estão felizes por aquilo que possui? Sei que provavelmente já ouviu e pensou nisso de várias formas, assim como eu, mas pense em Ryan como palestrante: Nunca iria errar, realmente poderia ser altamente bem sucedido apenas expondo suas palestras pelo simples fato das pessoas não estarem felizes com o que tem, o que ele falasse serviria pra qualquer um dentro de qualquer ambiente. Fiquei pensando na mulher com família para cuidar por exemplo, num certo ponto ele pede para colocar a família dentro da mochila e logo após pede para tirar porque são itens que pesam, faz doer as costas, nos faz ficar doentes, e a mulher totalmente iludida realmente vai querer fazer isso porque naquele momento por um impulso imagina como seria sua vida sem aquilo tudo. Ou pense num homem que não possui família mas que tem aquele emprego que lhe sobrecarrega o tempo todo fazendo as alças da mochila querer arrebentar. Pense no adolescente e suas crises na escola tendo que carregar duas mochilas, aquela literal e a nossa mochila metafórica obviamente. Pense até na pessoa que não possui responsabilidades, aquela que definitivamente não quer fazer nada, mas que tem que arcar com vários fatores que a sociedade impõe que com certeza não faz dela uma pessoa completamente feliz, sua mochila é tão vazia que o torna numa pessoa completamente só. Até mesmo uma pessoa famosa, aquela que a gente mais sonha ser muitas vezes queria possuir nossa vida em vez da dela, e não estou sendo nenhum pouco utópica aqui.

A questão é que todas as pessoas iriam querer esvaziar suas mochilas, nem sei se posso colocar isso de uma forma generalizada, mas minhas experiências com todo o tipo de pessoas me levam a crer desta forma, definitivamente ninguém está feliz com o que tem.

Mas o que é mais interessante para mim observando tudo isso, é que após todo o drama que coloquei, a maioria destas pessoas não irão querer esvaziar suas mochilas, algumas porque estão acomodadas outras que por mais que reclamem amam realmente tudo o que possui. O fato é que por mais que a gente esperneie ao quatro cantos do mundo realmente nunca vai estar nem 50% daquilo que queremos (Se alguém por ai tiver tudo aquilo que deseja por favor se apresente para que minha esperança e de mais bilhões de pessoas possa aumentar).

Tudo o que vivenciamos deve ser colocado na mochila e ao olhar para tal item lembrar se realmente posso ou não confiar naquilo, se eu perceber que é para jogar fora vou jogar então, mas acho que nunca devemos esvaziar a mochila completamente, por mais que seja pesada e causa dores é isso que vai tornar minha vida mais interessante, porque são as experiências que nos tornam pessoas inteligentes e capacitadas. Penso que saber o que carregar é mais difícil do que carregar, nunca estamos felizes com o que temos porque na verdade não sabemos o que devemos ter, às vezes o que pensamos ser o certo ou o bom não é, e vice versa, são as experiências que nos ensinarão a saber o que carregar e eu acredito meu amigo que se eu estaremos com 80 anos um dia e ainda ficaremos em dúvida.

Mochilas foram feitas para serem carregadas e nós somos feitos pra carregá-las. Sem negativismos mas a felicidade quase nunca vence. O que dizem é que "depois da tesmpestade vem a bonança" e eu digo que após a bonança também vem a tempestade.

Mochila pesada, mochila leve, mochila pesada, mochila leve e é assim que a gente continua, com a mochila sempre cheia, seja o que for porque no fim ninguém quer chegar lá sem nada para dizer que conquistou.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Inocência bandida ou inocência roubada.

Cada vez que penso neste filme me sobe um frio na barriga, além das atuações brilhantes dos protagonistas mirins ele também trás uma diferença que me chamou a atenção, ele é diferente de outros filmes nazistas, ele acontece na forma isolada de mostrar uma família alemã no período nazista, e não o quanto uma família judia sofria, o que normalmente vemos em outros filmes, nada de guerra ou mortes expostas, mas a guerra interna que esta família estava sofrendo depois que descobriam o que o pai fazia realmente. Na verdade acontecia uma guerra, mas ela era interna, dentro da própria casa. Mas este fato não foi o que mais me comoveu. Como ex professora de crianças tenho noção da inocência que as cerca, e acho que você também, apesar de concordar também que hoje em dia as coisas já não são mais como antigamente e que boa parte desta inocência foi corrompida, mas o filme não foi filmado como atual mesmo. Para explicar melhor o que mais me comoveu neste filme irei contar um fato verídico.
Certa vez vi numa escola uma menina com Síndrome de Down indo fazer sua matrícula, todas as crianças a aceitaram muito bem, não conseguiam ver nenhum problema nela, na verdade até a ajudavam, mas com o passar do tempo a professora começou a notar algo de diferente nas crianças, elas estavam se distanciando da menina, quando pôde analisar melhor a situação percebeu que os pais não estavam permitindo o contato entre as crianças com insegurança de que seus filhos obtivessem um retardamento no aprendizado.
É inexplicável a forma como os adultos podem corromper uma criança. São eles que tiram toda a pureza, delicadeza e riqueza que só o coração de uma criança pode apresentar. Não estou buscando escrever nenhum clichê aqui, mas somos nós, os adultos que geramos as pessoas egoístas e maldosas do futuro.
Bruno não sabia verdadeiramente o que se passava naquele campo de concentração, estava fantasiado de coisas falsamente ditas sobre o lugar, mas por que mentiam para ele? Porque sabiam que estavam errados. E mesmo quando tentaram explicar para Bruno quem eram os judeus no ponto de vista alemão, ele ainda não conseguia compreender porque já havia enxergado a verdade através de Schmuel, seu amiguinho judeu. Bruno não foi corrompido e a omissão lhe trouxe conseqüências. Então fiquei pensando naquela velha situação “se correr o bicho pega e se ficar o bicho come”. É isso o que nos reserva o futuro? Uma “ infância medida por sons, aromas e visões antes que o tempo obscuro da razão se expanda”.? (parafraseando “O menino do pijama listado)
Para não perder o hábito de dizer uma de minhas frases preferidas......”e assim caminha a humanidade.”

domingo, 2 de maio de 2010

Meu coração ainda está por aqui???


Boa noite meus queridos!
São exatamente 1h53 da matina, o que seria normal eu estar acordada uma vez que sofro da doce e terrível insônia, mas o fato é que estou louca para dormir porque hoje o dia foi intenso mas não sei se tenho coragem de apagar a luz.
Por que???
Pelo simples ato de assistir um filme.
Recentemente escrevi em um de meus textos sobre filmes de terror e o quanto estou a procura de um filme muito bom e que me coloque medo realmente, ou me cause algum tipo de reação diferenciada, que me faça superar no quesito "aceleramento de coração".
"Atividade paranormal" ainda não foi o filme da vez, no entanto continuo na procura, mas devo dizer que o medo de dormir está me dominando. Pegar uma câmera e realizar um filme "amador" de terror como história real não é a idéia mais original do mundo, mas este com certeza me deixou à flor da pele, muito mais que Bruxa de Blair, pelo menos não me lembro nem de ter obtido alguma reação, mas uma gravação "primitiva" para o mundo hollywoodiano, nenhuma trilha sonora e apenas 2 personagens conseguiram em sua simplicidade a deixa de me deixarem de pêlos eriçados.
Espaços grandes entre os acontecimentos me deixando cansada para ver o filme não conseguiram fazer com que desse o pause e terminasse de ver no outro dia, em cada cena tive praticamente um espasmo, e quanto mais o filme se dirigia ao fim mais crescia a curiosidade de vê-lo como terminaria e o medo, claro.
Já disse que não sou a pessoa mais medrosa do mundo, mas descobri também que a mais corajosa não está no meu genes. Seis pessoas na sala não me fizeram pisar no chão depois e para piorar estou com medo até de ficar debaixo do lençol. Para quem já viu o filme entenderá e para quem não viu dá uma passadinha para entender.
Fala sério! Nada de ter pesadelos por causa destes filmecos já virou passado.
Talvez a infelicidade more dentro de sua casa, ou pior, dentro do seu quarto, no lado de sua cama esbaforando a respiração em sua face enquanto dorme.......

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Será que ele é? Eis a questão...


Mais uma vez talvez usarei as teclas para dizer o que todos já estão cansados de ouvir, ou neste caso ler, mas vamos lá!
O filme não é atual, nem o mais brilhante de Kevin Kline, mas convenhamos que foi ótimo. E mais uma vez é claro me remeteu ao que chamo de vida real, com certeza os filmes copiam a vida real e vice versa também, no entanto, o caso aqui é que, já convivi com isto, amigos já sofreram e não suporto quando acontece porque simplesmente alguém resolveu separar as atividades ou ações a níveis femininos e masculinos.
Desde quando se homens ouvirem Barbra Streisand são gays? Ok! Talvez neste caso abriremos uma excessão. Mas e nos outros? Homens arrumados são gays? Que gostam de ser educados são gays? Que são gentis são gays? Que gostam de dançar “decentemente” são gays?
Ações podem até definir uma pessoa, mas certas coisas não dizem nada. Vou dar o meu exemplo. Adoro X-men e Liga da Justiça, amo filmes de mortes e guerras, só comecei a chorar nos filmes depois que me mudei para longe dos meus pais e fiquei irritantemente sensível, vamos dizer que aos 18 ou 19 anos, consigo ficar com um cara sem me apegar e ainda consigo torná-lo meus eterno melhor amigo e ajudá-lo com outras meninas (o que normalmente não faz parte da mulher)) e blá, blá, blá.... Oras bolas! E agora vou dizer.... Sou mulher e gosto de homens. O que isto faz de mim??? Uma pessoa com uma personalidade diferente e nada mais.
Certo! No filme fica a questão se ele é realmente gay, mas independente disso a questão aqui é que as aparências enganam. E hoje em dia engana tanto que quem parece ser um baita homem ou uma baita mulher, não é.
Quem inventou este negócio que se alguém andar arrumado, gostar de dançar estranhamente, ser educado e limpinho for sinônimo de ser gay deve ter vivido a milhões de anos atrás e está na hora de enterrarmos esta idéia. Hoje em dia a única coisa que indica que uma pessoa é gay é quando ela mesma chega e afirma, isto se não saiu do guarda roupa ainda.
E para as que não saíram ainda, por favor, está na hora?? Porque ninguém quer ficar na dúvida perguntando: Será que ele é??? Hehehehe.... Brincadeirinha. Deixe as dúvidas para os preconceituosos mesmo.
Lembrem-se: “As aparências enganam”.... e enganam mesmo.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

"A moda passa. O estilo permanece".



Que levante a mão aquele que gosta de um bom filme que fale sobre superação, ou de uma pessoa que mude algum fato na história, do tipo, se Lútero não tivesse entendido a bíblia ainda estaríamos pagando indulgências para que algum parente saísse do purgatório, ou se Santos Dummont não tivesse inventado o avião ainda faríamos viagens longas e exaustantes, ou se o carinha que inventou o elevador não tivesse inventado como existiriam os edifícios? Ou se Colombo não tivesse descoberto a América não teríamos músicas e filmes maravilhosos, e talvez Richard e Maurice McDonald não tivessem inventado o MC donald’s e consequentemente não haveria lanches ótimos e rápidos ao nosso alcance. Coisas realmente cheias de importância, mas no entanto, talvez uma parte das pessoas, e esta maioria será os homens, não concordarão mas “Coco antes de Channel” fala exatamente sobre um tipo de superação e de uma mudança na história da humanidade.
Primeiro, uma mulher que se supera diante dos quesitos da sociedade de sua época e impõe aquilo que realmente lhe importa, sem se preocupar com que os outros irão pensar, gosto de chamar de verdadeira personalidade, e depois temos a transformação no mundo da moda. Ok. Você deve estar pensando que ela não é nenhuma Joana Dar’C ou Anita Garibaldi, e como devo ser fútil estar postando isto, mas ela modificou o mundo da moda. Aleluia! Santa Coco. Foi mal, mas é a minha opinião.
Uma filmografia digna de filme francês. Nada cansativo devido aos quisitos romance, tragédia e superação, coisas de vida real, além da pitada de humor, isso já é digno da protagonista com sua personalidade inabalável e conseqüentemente irônica.
Devido a tantos elogios fiquei pensando se queria ser como ela, mas Audrey Hepburn vem fundo a minha mente com o glorioso “Bonequinha de luxo”, talvez inteligência e personalidade de Coco e elegância e charme de Audrey, ponto final e mistura perfeita formando a mulher ideal.
Enquanto não consigo ser nem uma e nem outra, vou ter que me contentar comigo mesmo, beleza razoável, pelo menos minha família elogia, inteligência mediana, um humor gostoso, mas às vezes negro, personalidade a declarar, estilo as vezes duvidoso, nunca salvei ninguém e nem mudei nada, mas a vida é assim, tenho muito pela frente e muito o que aprender, enquanto não consigo saber definitivamente quem sou vou observando e tentando absorver o que há de melhor em cada um para formar o meu caráter, seja em Coco, Audrey, minha mãe, minha amiga ou em você.