Powered By Blogger

Eu, eu mesma e Pepa Funny

Minha foto
Alguém tentando escrever o próprio roteiro, buscando fazer dos dramas uma comédia, da ficção algo real e do romance a mais linda história de amor.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Comédias podem ser inteligentes....



Não posso começar esta postagem sem dizer com quem fui ver este filme, se não meu amigo Rafinha pode ficar ressentido por novamente não citá-lo, uma vez que é um grande companheiro de filme e sua linda esposa Deise também.

Também não posso dizer que não gosto de comédias românticas, mas acho que elas normalmente são produzidas superficialmente, todas com basicamente as mesmas histórias, os mesmos finais e as mesmas lições de moral, se é que há alguma lição de mral. Mas não é que tem vezes que eles acertam, como no filme "Amor sem escalas" (Up in the air). Estou começando a achar que as melhores comédias são produzidas no inicio de ano como um presente de Papai Noel aos cinéfilos de plantão, como no ano passado tivemos o filme "Ele não está tão a fim de você" e agora o "Amor sem escalas".

Este realmente mostra a vida como ela é, inclusive os romances, com momentos brilhantes que nos fazem rir, tornando tudo um certo humor negro. Vai dizer que a vida não é assim??? Se não fosse não existiria tantos ditados como aquele bem conhecido: "Depois da tempestade vem a bonança". Aff... não veio nenhum melhor que este na cabeça agora, mas está valendo! Para que as pessoas precisam de uma esperança, mesmo se pequena, de que tudo vai passar e depois iremos sorrir de novo? Porque é assim que as coisas funcionam, e não no.... "viveram felizes para sempre", ou porque sabem que depois da bonança vai passar um tempo e vir outra tempestade. As coisas funcionam assim, altos e baixos, tempestades e bonanças, desesperanças e esperanças.

Bom... na verdade só queria falar deste filme porque é mais uma das comédias que me impressionaram (desta vez não vou me prolongar mesmo), entre poucas e porque acho que todos deveriam ver. Esta é simplesmente inteligente e você não vai sair vazio achando que na primeira esquina vai encontrar o amor da sua vida. Primeiro você vai entender o que é a vida e quem sabe um dia compreenda o que é o amor...

Ou talvez poderá se identificar com a história. Eu por exemplo como boa expectadoras de filmes fiquei pensando se os cinemas tivessem "milhas" e um dia eu conseguisse 10 milhões podendo assisitir de graça filmes para o resto da vida... Ué! Cada um se identifica de um jeito uai!!! Vai assisitir e ver no que você se identifica... hehehehe

A união faz a força???



Acabei de twittar que tenho uma teoria sobre filmes baseados em fatos reais. Eles normalmente são bons por si só. Se alguém decidiu fazer de tal história um fime é porque é boa, apenas precisa de uma boa direção para que ela não se estrague. Mas.... chega de blá blá blá, vamos ao que interessa!!!
Hoje vi Invictus, claro que todos irão de concordar que é uma ótima história, eu até chorei em certo ponto, já isto tenho certeza que muitos não irão concordar, mas sou mulher e estou sensivel o que torna compreensivel e devo citar as compainhas que foram ótimas. Valeu Deysinha e foi um prazer conhecer a sua mamãe.
Certo! O filme....
Na verdade não sei bem no que vou falar, não sei se do filme, como já disse eles falam por si só e este então... aff... sempre gostei do Morgan Freeman, mesmo ultimamente fazendo apenas papéis coadjuvantes eles sempre torna a coisa melhor, até demoraram para dar a ele papel de protagonista, mas às vezes é bom esperar,o que está na frente pode ser melhor do que o que temos agora, como foi o caso deste filme para ele, ou não sei se vou falar de jogos. Minha cabeça está juntando as peças para tentar reproduzir o que estou sentindo e quero dizer.
Mas vamos lá...
Não sei se por coincidência, mas na semana passada tive o privilégio de ir com um grande amigo ao meu primeiro jogo de futebol. Foi incrível!! De verdade! Não deu para me importar com o cheiro de bebida, cigarros, suor e até o medo das brigas tinha desaparecido, porque o amor que senti no meio daquele povo referente ao seu time, neste caso o Internacional (Porto Alegre- RS) que jogou contra o Juventude e venceu de 5x0, foi.... ÚNICO. O sentimento de todos os torcedores cantando todas as músicas como se nunca mais pudessem entoá-la transformando-as em verdadeiros hinos não importando a letra. Na verdade não vou me estender muito para tentar explicar algo que só apaixonados por futebol sabem. Meu esporte favorito é voley, mas não me lembro de ouvir hinos com tanto amor em toda minha vida. Invictus me fez retornar a este sentimento e acho que não teria entendido tão claramente este filme se não tivesse vivenciado o jogo naquela tarde quente e ensolarada em que a torcida colorada me ensinou suas canções incansavelmente e de como um amor pode ser verdadeiro.
Atualmente acredito fielmente no poder de uma paixão, mas estou falando do jogo mesmo. Pensei em listar filmes que já assisti sobre jogos, mas como há muitos vou resumir apenas como todos eles terminam: União. É o que aconteceu no estádio aquele dia, todo tipo de pessoa, adulto, criança, velho, jovem, todos por um bem comum transmitir uma boa vibração para que o time vença. Foi linda a estratégia do Mandela, mais foi perfeita vê-la funcionar. Perfeita porque a união entre as pessoas é perfeita. Somos dependentes uns dos outros e deve ser triste é a pessoa que não enxerga isto e vive num mundinho egocentrizado (se é que existe esta palavra). Todos por um mesmo ideal, um mesmo caminho, seguindo um mesmo coração, não importando o que cada um escolha, mas simplesmente agindo de forma respeitosa porque cada um tem um ponto de vista, "e cada ponto de vista é a vista de um ponto". Além do que a paixão pode realizar numa sociedade podre como a nossa é as vezes, Invictus tem muito mais a nos ensinar, Morgan como o Presidente Mandela tem muito a nos mostrar neste papel cativante e real. Para quem não foi ver o filme... por favor. E para quem nunca viu um jogo de futebol e quer sentir ótimas vibrações do que é uma grande paixão... compreendi que a paixão pode não vir num cavalheiro de cavalo branco, ela pode vir de forma surrada como numa torcidade futebol.

sábado, 16 de janeiro de 2010

É, foi ou será apenas um sonho????



Acabei de ver um filme, chamado "Foi apenas um sonho", título original "Revolutionary road", para falar a verdade prefiro a versão português, odeio ver filmes dublados mas normalmente acho as versões dos títulos para o português mais coerentes. Assisti este filme com uma galera, foi eu que escolhi, acho que fiz a escolha errada para se ver em família, no entanto rendeu comentários e tantos, mais referentes ao relacionamento dos personagens, tipo do que cada um deveria ter feito ou porque ela fez aquilo (veja o filme para saber), perguntas sobre a última cena, etc, etc, etc.
Mas o que mais mexeu comigo mesmo foi as intenções de April (Kate Winslet) mudar de vida. Estou passando por esta fase atualmente, e acho que esta foi uma daquelas personagens com quem nos identificamos muito, e sei que não estou sozinha neste barco.
Quando somos jovens nossas vidas se enchem de sonhos, mirabolantes, incríveis, aventurescos. Para alguns, o sonho se torna realidade, é realidade, para outros foi apenas um sonho, as chances, a força de alguma forma esgotou e para outros, ainda buscam a resposta certa.
Talvez parecerá clichê o que vou dizer mas a esperança é o que sempre nos motiva a continuar. Abaixo seguirá uma conversa onde o casal explica porque estão querendo tomar um rumo totalmente diferente para suas vidas a um homem "louco":
- Por que gente como você foge? - Perguntou o homem "louco".
- Não estamos fugindo.
- O que tem em Paris?
- Um tipo de vida diferente. -Talvez estejamos fugindo. Fugindo do vazio sem esperança da vida aqui.
- "O vazio sem esperança". Agora disse tudo. Muita gente percebe o vazio, mas é preciso ter coragem para ver a falta de esperança.
Ele disse tudo, quando a esperança acaba tudo acaba, os sonhos morrem, a vida não tem mais objetivos e vai cedendo aos poucos, acho que se chama morte lenta, felicidade incompleta é morte lenta. Também não estou dizendo que as pessoas são 100% felizes, mas se não são pelo menos 70%, que razão há para continuar mesmo???
"O homem tem poucas chances na vida" é mais uma das frases e como não sabemos o que pode acontecer no futuro ficamos acomodados com a vida que levamos mesmo não estando felizes porque temos medo de agarrar estas chances. O ser humano é as vezes pateticamente medroso, e eu já postei algo sobre medo neste blog, o medo gera fraqueza, e como o Coringa cita em Batman- Cavalheiro das trevas, gera o caos, a desordem, a bagunça. Quem quer viver uma vida bagunçada?
A felicidade está naquilo que sonhamos, as pessoas não devem ter apenas um objetivo na vida, deixe isto para os velhos que viveram tudo o que tinha para viver, as pessoas devem ter muitos objetivos porque quando alcançar um corre para o outro, e quando ver que não alcança um tenta realizar outro, assim a esperança não acaba e o combustível também não.
April não enxergou razão para continuar, aquilo já não bastava para ela, ela queria mais, mas perdeu a força, perdeu a esperança e tudo acabou. Por que alguns fazem isto? Por que desistem dos sonhos? Por que se cansam? Por que os que tentam são "taxados" de loucos? Por que o que está sempre dando certo tem de estar bom mesmo quando não está? É utopia demais ir atrás daquilo que deseja e tentar ter uma vida mais digna?
Na minha opinião o cara mais sensato do filme é o personagem que é considerado louco. Louco por quê fala a verdade? Louco por quê sonha demais? Louco por quê enxerga a verdade nas pessoas?
Se é utopia ir atrás daquilo que deseja e tentar uma vida mais completa, é hipocrisia e demência continuar em algo que não te faz feliz sem tentar outras alternativas. Bom não pode ser o suficiente tem que estar excelente!
E excelente é o que eu busco para minha vida e tenho certeza que você também.
Juro por Deus que não quero olhar para trás a minha vida e dizer que foi apenas um sonho sem ao menos ter tentado, não me interessa qual vai ser o final dela, mas quero aproveitar cada minuto, e quem sabe nos encontamos numa casa gostosa cheia de netinhos contando as aventuras e desventuras vividas numa vida sonhada e realizada....Sabe como é.... não custa nada sonhar.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

E assim caminha a humanidade.




A revista SET ed.267 mostra, como sempre, um bom artigo sobre o filme "Avatar" e nele James Cameron diz algo:"Hoje em dia, o 2D está para o 3D como os filmes em preto e branco estavam para os filmes coloridos nos anos 1930. Preto e branco eram o mdodo predomintante de fazer filmes. Isso não acontece da noite par ao dia. Imagino ver a Copa do Mundo em 3D. Eu quero viver neste mundo."
Diz para mim.... quem não quer???
A primeira vez que vi Avatar fiquei impressionada, com a história, o 3D e tudo mais, meu irmão havia até me ligado numa empolgação só dizendo suas emoções quanto ao filme, ambos gostamos muito de filmes, então achei estranho por não compartilhar tão bem das mesmas emoções. Mas hoje eu senti isto, compreendo o que ele quis me dizer quando pude ver Avatar no cinema de forma normal. Consegui me lembrar das cores, efeitos e sensações que o 3D me proporcionou, como se ele tivesse feito, e deveria mesmo, apenas para ser passado assim. Depois de tanta especulação e criticas boas quanto a volta de James Cameron após Titanic, eu entendi, o cara pode té demorar, mas quando vem é para detonar, ele consegue mesmo transformar o mundo dos filmes. Eu comprei Titanic nesses dias e postei apenas algo em meu Twiiter: Não parece que se passou anos, os efeitos e texturas e sentimentos de Titanic continuam os mesmos. Acredito que daqui há anos direi o mesmo de Avatar. Estamos fazendo parte de uma nova evolução na história do cinema e estou chando tudo fantástico.
Obviamente não vim aqui apenas para falar do maravilhoso mundo 3D, mas queria compartilhar também minha opinião quanto a este filme.
"Ok. Avatar é uma história de amor, mas traz consigo uma trama que diz muito sobre quem somos como pessoas e nosso lugar no mundo." - James Cameron
O negócio é que... quando estava vendo o filme lembrei de 3 frases.
"Rezemos para que a raça humana nunca habite outro planeta para destrui-lo também."
"Quanto mais conheço as pessoas mais amo os animais". E neste caso estou ferrada, porque além do meu hamster não amo nenhum outro animal hehehe.
E este foi um dialogo com um amigo meu sobre algum assunto que não me lembro qual, mas era sobre filmes...provavelmente de guerra.
- Acho que hoje tudo é pior, o ser humano está pior. Disse ele:
- Acho que não! Na verdade apenas acho que hoje temos mais recursos. O humano sempre foi mal.
- Hoje existem armas, bombas, satélites....
- Por isso eu digo, as únicas coisas que mudaram foram os recursos.
Não é fácil pensar na quantidade de anos que o planeta existe e suas vastas histórias. Boas, nem tão boas e as macabras e pensar que fazemos parte de uma geração de heranças de destroços e restos, o que forma esta sociedade acabada e corrompida.
A única preciosidade são os bens materiais e custe o que custar para conseguir. Não estou generalizando, disse que algumas histórias foram boas, mas quando vi Avatar só consegui me lembrar das ruins e do quanto o ser humano é péssimo. E para piorar ainda somos mediocres o bastante para acreditar que caminhamos rumo ao progresso.
Fiquei enojada em pensar que não precisamos em ir para outros planetas e ver aquelas atrocidades acontecendo.
Ah! Qual é?? Não quero ser sistemática e nem repetitiva, mas fatos são fatos e estou com vontade de escrever sobre eles.
Até as guerras já perderam sua dignidade. Basta olharmos qualquer filme épico do passado e vamos perceber como os guerreiros lutavam antigamente. "O Patriota" por exemplo. Sempre fiquei me perguntando qual era a moral de cada lado ter sua vez para atirar, ficava com tanta pena dos que estavam na linha de frente da batalha, não tinham nenhuma chance. Mas hoje eu entendo, todos tinham sua oportunidade, como se fosse espada por espada. E de um tempo para cá tudo mudou, alguns fazem questão de oprimir o mais fraco e quanto maior o recurso melhor o massacre, nem interessa se o outro tinha como se defender ou não. Agora... pensando melhor acho que vou até concordar com meu amigo. O ser humano está mesmo pior.
Tipo... matar uma tribo e a natureza deles com armas de fogo enquanto eles tinham flechas?! Covardia. Ainda bem que os Na´vis tinham animais e a Eywa para ajudá-los. Mas e nós? Na verdade nem valorizamos nossas plantas e animais e estou até a natureza ir contra nós, acho que numa guerra isto se chama direitos de defesa. Mas numa pessoa X pessoa, quem sai perdendo é aquele que as vezes nem teve chance de se defender. E onde está a moral disto? Para quem viu "Diários de mocicleta" por exemplo, sabe do que estou falando.
"Rezemos para que o ser humano nunca chegue a conquistar outro planeta."
Num dado momento de Avatar Jake Sully (Sam Worthingon) conversa com a árvore dos espiritos e diz para ela ler a mente de uma humana e observar como ficou nosso planeta, sem verde. E é assim que caminha a humanidade. Não dá para falar apenas da destruição de pessoas para pessoas, o filme retrata seres e isso inclui zoologia e botanica, o que me chamou muito a atenção. Nosso mundo faz parte de um conjunto, 2+2 não é igual a 3.
Certa vez vi na bíblia que nos fins dos tempos o amor esfriaria. Se eu for pensar nisto agora poderia dizer que estamos vivendo o fim dos tempos, mas acho que todo mundo já percebeu isto, só não quer acreditar. E muito mais confortável ficarmos sentados enquanto caminhamos e cavamos nossa própria cova. O ser humano já está corrompido e já não resta muito o que fazer. Para nós expectadores, basta esperar, esperar a próxima batalha e continuar o que estamos fazendo, eu acredito que não somos covardes, só estamos tentando sobreviver. Vendo Ratatouille o ratinho diz que ama os seres humanos porque eles não sobrevivem, eles inventam. Eu discordo, digo que os humanos sobrevivem e eles inventam para sobreviver como se fosse uma capa de protação, como se não existisse política e "diplomacia" por trás de tudo enquanto continuamos nossas vidas.
Depois que eu sair daqui não vou levantar protestos para salvar a Mata Atlantica, ou para acabar com a matança dos animais para retiradas de peles, ou acabar com a poluição para a diminuição do efeito estufa. Na verdade vou assistir um filme e talvez criar mais algum pensamento para postar aqui.
Eu desacredito no mundo, mas amo tanto algumas pessoas e algumas coisas que estão nele que não vou perder meu tempo tentando salvá-lo. Quero aproveitar cada minuto que ainda resta nesta contagem regressiva. Uma hora ele vai acabar e cada um faz aquilo que achar melhor e assim vai caminhando a humanidade.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Você tem medo de que???

Tenho certeza que a sua cabeça veio cobras, aranhas, escuro, lugares fechados, lugares pequenos,morte e mais aquele monte de fobias que a gente nem tem noção que existe (tenho certeza que irei descobrir uma por todo o percurso de minha, eu espero, longa vida). No entanto, não quero falar sobre isto diretamente. Na verdade fiquei até intrigada por estar postando em cima de um filme que achei q não poderia tirar nada de proveito além do entretenimento. Minto. Aprendi duas coisas: 1º Magia negra não existe, e mesmo se tentarem te enganar com isto, abra os olhos. Tudo tem uma explicação e a ciência por trás disto. Mas... pensando bem... acho que não aprendi isto em Sherlock Holmes, mas em Scooby Doo, não é?!
Bom... chega de blá blá blá, vamos aos fatos.
Achei o filme muito legal, apesar da brincdeira acima, gostei muito quando tiraram um pouco da misticidade, já que não se tratava disto, e sim da inteligência de Holmes e seus enigmas. Mas o maior ponto para mim foi a intenção do vilão: Dominar o povo pelo medo.
Medo.
O que é o medo? Procurando no dicionário encontramos..."covardia, fraqueza, pavor, pusilanimidade, pânico, susto, temor e terror" (http://www.dicio.com.br/medo/).
De todos os sentidos perceba a palavra fraqueza. O medo nos torna fracos!
Não acho que o filme tenha sido levado a comédia aleatoriamente. O medo tornaria a história mais complexa e não daria para o papel de Robert Downey Jr. ser tão brilhantemente engraçado uma vez, que o medo domina a mente e perturba tornando a pessoa, como já dito, fraca.
Pessoas comentem atos errôneos por medo, matam, se matam, ficam loucas, doentes, pertubam, ficam perturbados... sei lá.
Será que estou falando o óbvio??? Penso que não. Quase ninguém deve ter parado para pensar realmente no que tem medo, alguns devem até achar que não tem medo de nada, mas tenho certeza que tem alguma coisa lá dentro que o amedronta tornando-o fraco.
Fala sério! É claro que não quero acordar fantasmas em ninguém, mas quando uma pessoa se conhece bem, conhece suas fraquezas, pode usar isto como um ponto pra vencer, já que o medo é um ponto fraco.
Por isso digo, vá pular de pára quedas, vá num brinquedo bem louko no Playcenter, visite o Butantan, conheça os Aracnideos, faça algo num lugar escuro (eu indicaria sexo...hehe), fique passeando de elevador no seu prédio, ou invente alguma coisa dominar esta fobia louka que vc tem. Ah! Larga mão de ser um fracote e aproveite a vida assim como nosso querido detetive fez... aproveitou cada momento da vida, desfrutando sem medo de ser feliz!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Peixes morrem pela boca






Para quem assiste House talvez entenda o que eu vou falar.
Ele se trata de um cara arrogante, solitário, egoísta e totalmente autêntico, e digo isto porque ele simplesmente fala a verdade, o que precisa e quando precisa.
Fiquei pensando em como tudo seria melhor se todos fossem assim. Não teríamos mais aquela sensação de estar falando a coisa errada, ou ficar pensando por horas em como falar algo ou quando. As pessoas não se arrependeriam das coisas que falaram e não ficariam tentando concertar aquilo que falou, não perderiam tempo fofocando sobre aquilo que deveria ter falado pessoalmente cara a cara, pensaríamos mais antes de falar, seríamos mais sinceros e automaticamente mais autênticos.
House é assim, e se bem me lembro as pessoas que possui um grande contato o conhecendo melhor gostam dele, de uma forma estranha mas gostam, acho que é porque qualquer pessoa busca a sinceridade. E House segue uma lista de qualidades que nos dá segurança pois sabemos o que esperar dele, personalidade, inteligência e a verdade.
Quando convivemos, o que é normal, com gente que não possui estas qualidades tem os que tomar cuidado, como se tivéssemos pisando em ovos porque as pessoas morrem pela boca, as vezes um suicídio ou as vezes um assassinato mesmo.
Mas o pior de tudo é que nos acostumamos a viver num mundinho de palavras ilusórias do conto de fadas das palavras onde frente a frente tudo é perfeito e quando viramos para trás dá até para sentir o cheiro do veneno gotejando pela boca. O bom é que um dia a máscara vai cair seja de quem for, menos a do House que já mostrou quem é há muito tempo.


Os fins justificam os meios???

Seria certo eu não comentar sobre este filme agora, talvez se eu o assistir umas 2 ou 4 vezes saberia realmente o que dizer, mas é que com ele compreendi algo: Talvez os fins justificam os meios.
Na maioria das histórias em quadrinhos existem três tipos de pessoas, o vilão, o herói, e o expectador. Alguns vilões até tem uma filosofia, tornando a história mais complexa, além daquela de unicamente dominar o planeta (já me cansei desta!), como exemplo disto vemos Magneto, que em X-Men acha que os humanos são provocadores de guerra, como aconteceu no período nazista, em que sua família foi detida por ser judia, logo ele acha que com a descoberta dos mutantes os humanos poderiam realizar, vamos dizer... uma terceira guerra mundial. Vou abrir uma parênteses também para falar do Coringa, que entre tantas histórias em HQ ou outros filmes, me surpreendeu com o roteiro de “Batman- Cavalheiro das trevas” que possui por pensamento mostrar que o ser humano é corruptível (sobre isto não tenho uma opinião formada ainda, mas prefiro acreditar no Batman, com porcentagens de mudança para a idéia de Coringa, pois já dizia nosso querido Gregory House: “As pessoas mentem”).
Ok! Voltando ao foco...
Todo filme possui vilões mas Watchmen não, na verdade, ele me fez acreditar nos heróis como seres fortes e humanizados. Não que em outros filmes não houvesse isto, mas é que os personagens deste filme possui tantos conflitos psicológicos que acabam tornando seus próprios vilões e o perigo para a raça humana, como se eles tivessem que salvar o mundo deles mesmos. Como exemplo começamos com o Comediante, o que achei mais perigoso, ou até mesmo o fascinante Dr. Manhattan, que cogita a destruição do Planeta devido apenas por seus conflitos emocionais, mas de todos o que mais me chamou a atenção foi o “herói” Ozymandias que acha justificável matar milhões de pessoas para impedir a terceira guerra mundial, seu discurso é: “Matar milhões para salvar bilhões”.
Posso dizer que fiquei horas pensando sobre isto. A mente do ser humano é algo extraordinária, suas idéias e pensamentos mostram o verdadeiro poder de cada pessoa, nem precisamos olhar através das portas, ou ficar invisível num ambiente, basta ter uma mente que pensa e tudo poderá ser criado. Mas além disto o filme me deixa questões moralistas como. Até eu ponto podemos sacrificar algo grande por algo maior ainda? Matar para salvar outro? Deixar de ajudar um para salvar outro? É antagonismo demais para mim. O que é o moralismo diante de tantas questões? Até que ponto os fins justificam os meios?
Olha! O filme é um aspirante a Liga da Justiça, mas acho que vale a pena a ver, até porque se houver uma sequência eu quero saber até onde vai a paz mundial.